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Maio
2015
Maio Amarelo

O trânsito brasileiro “produz”, por ano, em torno de 500.000 acidentes nos ambientes urbanos e rodovias do país. Como resultado, próximo a 1/3, ou seja, 150.000 pessoas ficam com algum tipo de sequelas; tornam-se cadeirantes, paraplégicos, tetraplégicos etc. O pior: 50.000 pessoas perdem suas vidas.
Todo esse quadro aterrorizante, o Brasil “destaca-se” como o 3º país que mais registra mortes no trânsito;
Os acidentes e as mortes no trânsito brasileiro classificam essa verdadeira tragédia como a segunda maior causa de saúde pública do Brasil;
Estima-se que o país gasta em torno de 40 bilhões por ano com os custos oriundos desses acidentes (fonte IPEA).
Para combatermos essa tragédia, reduzir drasticamente o número de acidentes, não bastam mensagens institucionais na mídia; não basta fiscalização rígida nas ruas e rodovias ou equipamentos sofisticados de fiscalização eletrônica; não bastam trabalhos educativos nas escolas, ruas, empresas, etc. É preciso, é imprescindível o IMEDIATO ENVOLVIMENTO DAS FAMÍLIAS NESTA QUESTÃO.
1. Diálogos permanentes entre pais e filhos sobre o assunto;
2. Ensinar, desde pequeno, hábitos seguros às crianças, tais como:
3. Andar corretamente nas calçadas;
4. Fazer travessia nas ruas sempre nas faixas;
5. Não utilizar o celular quando estiver atravessando a rua;
6. Sinalizar sempre com o braço, o desejo de atravessar;
7. Utilizar corretamente os equipamentos de segurança;
8. Conversar constantemente sobre segurança no trânsito com os jovens, alertando-os dos riscos e perigos, mantendo-se informados dos passeios e roteiros dos filhos, principalmente nos fins de semana.
OS PAIS DEVEM SER BONS EXEMPLOS DE CONDUTAS NO TRÂNSITO